O fotógrafo de moda é um profissional novo no mercado fashion, bem como no âmbito fotográfico. As fotos pioneiras valorizavam extremamente o figurino, não pretendendo nada mais do que promover a indumentária. Era um registro praticamente documental, sem quaisquer propósitos estéticos e humanos, desprovido de preocupações com o cenário utilizado.
Nas transformações que refletiram diretamente na visão da moda, criou-se uma outra mentalidade, um olhar mais voltado para uma postura corporal e existencial, um desejo de captar formas renovadas de expressão. O figurino agora é relegado para as margens, e em alguns momentos chega a desaparecer da produção fotográfica, que valoriza mais o comportamento ao qual a grife deseja estar conectada.
Esta fotografia assume características peculiares, que a diferenciam de outras modalidades, ao construir um universo povoado por ideais e utopias, propositadamente artificial, assim constituído através de posturas exacerbadas e uma produção elaborada. O fotógrafo capta modelos vestidas com esmero, portando trajes, acessórios, maquiagem ou outros detalhes que no conjunto possam se tornar sedutores, e principalmente comerciáveis.
As fotos produzidas são normalmente veiculadas na TV, em publicidade exibida nas páginas das revistas, nos outdoors ou em campanhas específicas. O conceito principal é que os objetos de consumo e as atitudes apresentadas na pele de profissionais que são venerados no mercado da moda serão profundamente desejados e conquistados por aqueles que se encontram sintonizados com este universo. Há nesta concepção um apelo psicológico que se insinua no inconsciente de homens e mulheres que sonham com o estilo de vida veiculado e vendido pelas engrenagens do consumismo.
O profissional Fotógrafo de Moda deve estar preparado para atuar tanto nos estúdios quanto nas paisagens externas. É necessário que ele tenha domínio sobre técnicas de luz interna e exterior, mas, sobretudo, precisa ter latente a vocação para coordenar as modelos. É fundamental que o fotógrafo saiba interagir com elas, tenha esse feeling no momento da produção, despertando nelas um grau adequado de sensualidade.
O fotógrafo de moda precisa, antes de tudo, traduzir em imagens as idéias que norteiam uma determinada campanha, adaptando cada peça escolhida aos diferentes veículos em que serão promovidas. Esta tarefa demanda do profissional um espírito sensível, desvelo estético e o poder de traçar planos de divulgação, fora o amplo conhecimento da tecnologia capaz de concretizar este trabalho.
Outras possibilidades têm se aberto diante do olhar antenado deste profissional, que deve sempre estar atualizado com as novidades do mercado. Nos últimos tempos, toques de realidade estão se transportando das ruas diretamente para as passarelas, levando a moda do cotidiano às esferas da alta costura. A intenção, porém, continua sendo a de inserir as coleções, produzidas por um número cada vez maior de estilistas, neste disputado mercado.
O papel do fotógrafo de moda é essencial nesta empreitada. Novos nomes despontam o tempo todo nesta área, enquanto o campo de trabalho não cessa de crescer, atraindo os profissionais muitas vezes por seu apelativo glamour.A moda de viola é uma modalidade da música caipira produzida no Brasil, representando o maior símbolo desta musicalidade, ao lado de outros ritmos nascidos das toadas, cantigas, valsinhas, modinhas, entre outras, que desembarcaram neste país pelas mãos dos europeus.
O papel do fotógrafo de moda é essencial nesta empreitada. Novos nomes despontam o tempo todo nesta área, enquanto o campo de trabalho não cessa de crescer, atraindo os profissionais muitas vezes por seu apelativo glamour.A moda de viola é uma modalidade da música caipira produzida no Brasil, representando o maior símbolo desta musicalidade, ao lado de outros ritmos nascidos das toadas, cantigas, valsinhas, modinhas, entre outras, que desembarcaram neste país pelas mãos dos europeus.
Musicalmente ela é composta de solos de viola e versos extensos, permeados por refrões, com um longo conteúdo que narra eventos de natureza histórica, assim como fatos de destaque que ocorrem nos grupos que produzem estas modas.
A expressão ‘moda’ é de procedência portuguesa, com o sentido de ‘canto’, ‘melodia’ ou ‘música’. Entre os brasileiros ela assume o aspecto de uma canção do campo. No Centro-Oeste e no Sudeste as letras são escritas com antecedência e memorizadas, enquanto no Nordeste elas são cantadas em um estilo improvisado. Os principais temas giram sempre em volta das lendas dos boiadeiros e lavradores, das anedotas caipiras e das narrativas que envolvem amor e morte. Elas são normalmente recitadas, pois se conta uma história, com um fundo musical.
Vários estilos musicais derivam da moda de viola, entre eles a música caipira, a sertaneja, a de raiz, entre outras. Estas modas são geralmente entoadas em duas vozes, acompanhadas pela viola. Segue-se convencionalmente uma métrica de sete sílabas, conhecida como redondilha maior, dando lugar mais raramente às redondilhas menores, de cinco sílabas. As estrofes mais comuns são a sextilha, a oitava e a quadra, eventualmente a décima.
No estado de São Paulo as rimas são normalmente fixas, com o cantador entoando suas modas velozmente. Ele principia cantando uma quadra escolhida aleatoriamente, conhecida como levante ou encabeçamento de moda. Para concluir ele executa com a voz o ‘arto’ (alto) ou ‘baixão’, igualmente denominado de suspender a moda.
Quando a canção do campo atinge o universo das gravadoras, as modas ampliam seu repertório, incluindo novos temas, passando a representar mais o dia-a-dia das metrópoles. No Nordeste os cantadores de moda usam sextilhas, moirão – estacas em que se sustêm as videiras -, martelos, grandes estrofes de quatro versos e galopes, revelando intenso poder de improvisar através das redondilhas maiores. Nestas áreas os cantadores têm o hábito de se apresentarem em duplas, criando desafios que só têm fim quando um deles vence o adversário.
As primeiras modas foram lançadas em princípios da década de 30, com a obra precursora deCornélio Pires, e a qualidade relevante de Mandi e Sorocabinha, de Zico Dias e Ferrinho, Caçula e Marinheiro, Laureano e Soares, dos paulistas Teddy Vieira, Lourival dos Santos, sucesso nos anos 50 e 60, e posteriormente de Tonico e Tinoco, Torres e Florêncio, dos mineiros Zé Mulato e Cassiano, e de vários outros.